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Automação documental em linguagem simples: as dores reais de processar documentos à mão, e como se resolvem, com exemplos concretos do que o DocFlow faz.
Lançar faturas de fornecedores no PHC, sem digitar
Da caixa de email ao documento de compra no PHC: o circuito completo, o que é validado pelo caminho, e as formas de ligação conforme a instalação.
Ler o artigo →Faturas por email: da caixa de entrada ao ERP, sem mãos
Um endereço dedicado como compras@empresa.pt, ou uma etiqueta na caixa que já usa. O resto do email fica intocado, e as faturas seguem sozinhas.
Ler o artigo →Escritórios de contabilidade: documentos de clientes sem digitação, e sem caos
Cada cliente entrega como lhe é natural; tudo converge, é lido, validado e fica arrumado exactamente como o escritório definir.
Ler o artigo →Quanto custa processar uma fatura à mão? Faça as contas
Quatro parcelas (digitação, erros, buscas, atraso), uma fórmula para cada, e uma tabela para preencher com os seus números.
Ler o artigo →Meter faturas no ERP do cliente sem escrever na base de dados
O INSERT directo salta a numeração, o stock, a contabilidade e o imposto. Há um desenho melhor, e cinco perguntas que decidem se o projecto é de duas semanas ou de dois meses.
Ler o artigo →A guia chega primeiro e é conferida por último
Quem recebe mercadoria assina a guia, arquiva-a numa pasta, e semanas depois confere a fatura de memória. O que muda quando a guia entra no dia em que chega, e o que continua a não mudar.
Ler o artigo →O que não fecha não entra: NIF, IVA, duplicados e o QR da AT
Ler a fatura é a parte fácil. O que decide se a automação sobrevive é o que acontece quando a leitura está errada: quatro verificações que não precisam de conhecer o negócio, as regras que só o vosso conhece, e o que pára para uma pessoa ver.
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